Agricultura Familiar é tema de mística no 13º Concut

A Contraf Brasil marca presença no evento consolidando a pauta da Agricultura Familiar destacando a Segurança Alimentar

Escrito por: Patrícia Costa / e informações da CUT • Publicado em: 10/10/2019 - 20:12 • Última modificação: 10/10/2019 - 20:23 Escrito por: Patrícia Costa / e informações da CUT Publicado em: 10/10/2019 - 20:12 Última modificação: 10/10/2019 - 20:23

Foto: Roberto Parizotti 13º Congresso Nacional da CUT “Lula Livre” - Foto: Roberto Parizotti

A Agricultura Familiar fez parte da mística do 13º Congresso Nacional da CUT - Lula Livre” – Sindicatos Fortes, Direitos, Soberania e Democracia (13º Concut) realizado em Praia Grande, litoral sul de São Paulo.

A Contraf Brasil, representando a organização dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar, marcou presença com a pauta da Segurança Alimentar e Nutricional para o país.

Para o coordenador geral da Contraf Brasil, Marcos Rochinski, mais uma vez na história do nosso país vivemos momentos de ataques aos nossos direitos fundamentais. “O direito à alimentação é um deles. Considerando que nossa Constituição coloca como objetivo erradicar a pobreza, a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais, é nosso dever está aqui neste Congresso cumprindo nosso papel na defesa dos nossos direitos. É a partir daqui que construímos as estratégias de enfrentamento e nos organizamos para fortalecer a luta da classe trabalhadora contra os retrocessos que ameaçam nosso desenvolvimento”.   

A mística vem ao encontro da celebração do Dia Mundial da Alimentação, comemorado no próximo dia 16 de outubro. A data serve de reflexão para alimentação de qualidade, um direito de todos, sendo assegurada por lei. No Brasil, segundo a lei nº 11.346, de 15 de setembro de 2006, art. 2º, a alimentação adequada é direito fundamental do ser humano, inerente à dignidade da pessoa humana e indispensável à realização dos direitos consagrados na Constituição Federal, devendo o poder público adotar as políticas e ações que se façam necessárias para promover e garantir a segurança alimentar e nutricional da população.

Hoje, cerca de 800 milhões de pessoas vivem em uma situação denominada insegurança alimentar. Isso quer dizer que mais de 800 milhões de pessoas não possuem uma alimentação saudável, de qualidade ou em quantidade suficiente para suprir suas necessidades.

“Voltamos para um cenário de pobreza e ao mapa da fome. Precisamos urgente retomar a “revolução” de que os brasileiros possam comer três vezes ao dia, como defende nosso presidente Lula”, destaca Rochinski.

A secretária de Formação da CUT, Rosane Bertotti, destaca que a mística demonstra a a riqueza da diversidade da produção da agricultura familiar. “Mostramos também a diversidade das organizações da agricultura familiar e a importância da lura para esse setor que tem como centro articulador dessa construção a nossa Central Única dos Trabalhadores e Trabalhadoras. Ela quem nos emana a construção na luta da Agricultura Familiar, dos trabalhadores do campo, dos ribeirinhos, assalariado rurais, as pessoas que escolheram o campo para viver”.

No Congresso, os delegados e delegadas trabalham o plano de lutas, a ações pela recuperação dos empregos, por Lula Livre, democracia e soberania. Ainda, será elaborado o Caderno de Teses, como também eleita a nova direção da Central Única dos Trabalhadores.

Título: Agricultura Familiar é tema de mística no 13º Concut, Conteúdo: A Agricultura Familiar fez parte da mística do 13º Congresso Nacional da CUT - Lula Livre” – Sindicatos Fortes, Direitos, Soberania e Democracia (13º Concut) realizado em Praia Grande, litoral sul de São Paulo. A Contraf Brasil, representando a organização dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar, marcou presença com a pauta da Segurança Alimentar e Nutricional para o país. Para o coordenador geral da Contraf Brasil, Marcos Rochinski, mais uma vez na história do nosso país vivemos momentos de ataques aos nossos direitos fundamentais. “O direito à alimentação é um deles. Considerando que nossa Constituição coloca como objetivo erradicar a pobreza, a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais, é nosso dever está aqui neste Congresso cumprindo nosso papel na defesa dos nossos direitos. É a partir daqui que construímos as estratégias de enfrentamento e nos organizamos para fortalecer a luta da classe trabalhadora contra os retrocessos que ameaçam nosso desenvolvimento”.    A mística vem ao encontro da celebração do Dia Mundial da Alimentação, comemorado no próximo dia 16 de outubro. A data serve de reflexão para alimentação de qualidade, um direito de todos, sendo assegurada por lei. No Brasil, segundo a lei nº 11.346, de 15 de setembro de 2006, art. 2º, a alimentação adequada é direito fundamental do ser humano, inerente à dignidade da pessoa humana e indispensável à realização dos direitos consagrados na Constituição Federal, devendo o poder público adotar as políticas e ações que se façam necessárias para promover e garantir a segurança alimentar e nutricional da população. Hoje, cerca de 800 milhões de pessoas vivem em uma situação denominada insegurança alimentar. Isso quer dizer que mais de 800 milhões de pessoas não possuem uma alimentação saudável, de qualidade ou em quantidade suficiente para suprir suas necessidades. “Voltamos para um cenário de pobreza e ao mapa da fome. Precisamos urgente retomar a “revolução” de que os brasileiros possam comer três vezes ao dia, como defende nosso presidente Lula”, destaca Rochinski. A secretária de Formação da CUT, Rosane Bertotti, destaca que a mística demonstra a a riqueza da diversidade da produção da agricultura familiar. “Mostramos também a diversidade das organizações da agricultura familiar e a importância da lura para esse setor que tem como centro articulador dessa construção a nossa Central Única dos Trabalhadores e Trabalhadoras. Ela quem nos emana a construção na luta da Agricultura Familiar, dos trabalhadores do campo, dos ribeirinhos, assalariado rurais, as pessoas que escolheram o campo para viver”. No Congresso, os delegados e delegadas trabalham o plano de lutas, a ações pela recuperação dos empregos, por Lula Livre, democracia e soberania. Ainda, será elaborado o Caderno de Teses, como também eleita a nova direção da Central Única dos Trabalhadores.



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